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É sério este projecto de calendário sexagesimal?

Este projecto é perfeitamente sério. É muito mais sério do que o calendário actual. É sério medir o tempo com dois sistemas diferentes, um para o dia, outro para o ano? É sério medir o tempo com unidades (os meses) cuja grandeza está sempre a mudar? Ocorreria-nos medir comprimentos ou capacidades com unidades variáveis?
O sistema actual é absurdo, a sua complicação não é justificada, só traz inconvenientes.


Porque pôr novamente em causa o calendário gregoriano?

Por várias razões.
1) É absurdo utilizar dois sistemas de medida do tempo, um para o dia (o sistema sexagesimal), outro para o ano (o gregoriano).
2) O calendário gregoriano é inutilmente complicado. Se aplicássemos o sistema gregoriano à medida da hora, eis o que aconteceria... Num ciclo de 28 dias suceder-se-iam 14 modelos de dia diferentes, as próprias horas teriam várias durações possíveis, o que causaria tais defasagens de um dia em relação ao outro que seria necessário mudar de relógio todas as manhãs da mesma maneira que mudamos de calendário todos os primeiro de Janeiro, gesto cujo absurdo nunca será demasiadamente sublinhado.
3) Esta complicação é uma causa de preocupações inumeraveis. O facto de não termos um único ano tipo obriganos a reescrever todos os anos os horários das transportadoras, os calendários escolares, o programa de trabalho das empresas, etc. Enfim, inventamos falsos problemas que em seguida tentamos resolver gastando um tempo infinito.
4) O calendário gregoriano não permite de associar de uma vez para sempre uma data do mês com um dia da semana determinado. É um inconveniente essencial que nada justifica.
5) A data do primeiro de Janeiro não corresponde a nenhum acontecimento astronómico. É meramente arbitrária.
6) O calendário gregoriano não é reconhecido no mundo inteiro. A referência inicial ao nascimento de Cristo não é aceite por todos (e porque deveria ser aceite?), e até no seio do mundo cristão, compete com o calendário ortodoxo (juliano).
Por todas estas razões um calendário universal deve substituir-se o calendário actual.


A passagem da semana à seixena implicada pela adopção do calendário sexagesimal não prejudicará numerosas tradições?

Raciocinar dessa maneira é como confundir as paredes de uma casa com o seu mobiliário.
A semana existe desde a Alta Antiguidade. É a medida (muito aproximada) de uma fase lunar. Existia há muito tempo quando apareceram as religiões actuais, trazendo cada uma os seus próprios símbolos para dar sentido à sucessão dos dias e dos anos. Ninguém pode reinvindicar nem a paternidade, nem a propriedade. Distingamos por conseguinte as paredes da casa (a organização aritmética dos dias do ano) do seu mobiliário (os símbolos e ritos).
Daí a adopção do calendário sexagesimal não ser senão uma mudança de casa. Deixaremos uma casa velha, inconfortável, onde não há duas assoalhadas ao mesmo nível e onde há tantos cantos e recantos que nunca sabemos exactamente onde estamos, para uma casa nova, espaçosa, confortável e acolhedora, onde cada um poderá instalar-se com os seus próprios móveis.
E mesmo se estes móveis não estão dispostos exactamente da mesma maneira (é inevitável), guardarão todo o seu sentido.


O que advem dos dias feriados?

Além dos dias feriados que propõe este calendário, cabe a cada país instituir dias feriados, religiosos ou civis, conforme as suas próprias tradições.


Como adaptar a duração legal do trabalho ao novo calendário?

Não é possível estudar aqui o caso de cada país. Cada país tem regras e processos de decisão próprios. A adopção do calendário sexagesimal requererá uma adaptação do direito do trabalho local. A sua concepção sendo mais simples (só um ano tipo com subdivisões regulares) esta adaptação trará uma simplificação e logo um esclarecimento das regras.


O ano sexagesimal começa com o solstício de Inverno (boreal). Ora este pode calhar no 21 ou no 22 de Dezembro. Como resolver este problema?

O ano sexagesimal não se inicia nem a 21 de Dezembro, nem a 22. Começa... no dia primeiro de Frigée. Por convenção esta data coincide com o solstício de inverno boreal expresso em tempo universal. Ora o ano trópico dura 365,2422 dias. Resulta disto todos os anos uma defasagem de perto de um quarto de dia. Esta defasagem é corrigida todos os quatro anos pela soma de um dia adventício suplementar ou dia sexto. Para ser preciso, poderá ocorrer (menos de uma vez por século) que este intervalo seja de cinco anos.
Aqui está toda a flexibilidade do calendário sexagesimal: adapta-se à revolução da terra em torno do sol. Pode assim funcionar durante milhares de séculos sem reforma.


No calendário sexagesimal os anos são indicados com três digitos. O que se passará depois do ano 999?

O ano a seguir ao ano 999 será o ano 1000. Depois 1001, 1002, 1003 e assim sucessivamente até ao infinito.
De hoje em dia em muitos países, quando se escreve uma data com algarismos, só se escrevem os dois últimos algarismos do ano (por exemplo 04 para 2004). Quando se preenche um formulário, isto pode tornar-se numa fonte de confusão entre uma pessoa nascida em 2001 e uma pessoa nascida em 1901. Escrever três algarismos permite evitar qualquer confusão. É uma mera convenção de notação.


Esse projecto tem alguma hipótese de resultar?

Até a hoje, todos os projectos de reforma do calendário falharam. Este tem uma hipótese verdadeira de resultar, precisamente porque se apoia na base sexagesimal e porque esta base já é utilizada pela humanidade toda para contar os minutos e os segundos. Por isso é universal.


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Se quiser apoiar este projecto, faça o favor de assinar a petição que se encontra na página apoio.
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